Primeiros passos
Este é o caminho mínimo, na ordem em que faz sentido: API → backend → rota → publicação → consumidor → chave → autorização → teste.
1. Crie a API
Dê um nome e, se quiser, uma descrição. O produto deriva o identificador (slug) e
o endereço padrão no formato <slug>-<6 caracteres>.<sufixo do produto> — por
exemplo pedidos-7hq2ab.gw.nnumbers.com.br.
- O endereço padrão é fixo depois da criação: renomear a API não muda o endereço nem o identificador.
- O identificador é único dentro da sua organização; o endereço padrão é único no produto inteiro.
- A política de autenticação nasce em API Key.
2. Cadastre o backend
Informe a URL do seu serviço (por exemplo https://api.suaempresa.com). O produto
separa host, porta e caminho e valida o destino.
Destinos em rede privada não são aceitos — nem IP literal, nem nome que resolva para faixa privada. Se o seu serviço usa TLS com certificado próprio, cole a CA no campo do bundle; se não usa, a verificação continua obrigatória (desligá-la não é permitido por padrão).
Detalhes em Backends.
3. Crie a rota
Escolha o caminho público (começa com /, aceita {param}), os métodos e a qual
backend ela pertence. Exemplos válidos: /pedidos, /pedidos/{id},
/v1/clientes/{clienteId}/faturas.
São recusados: .., //, ?, #, espaço, curinga *, : e %; e qualquer
caminho sob /__nn/, que é reservado ao gateway. Regras completas em Rotas.
4. Publique
A publicação valida tudo, cria a revisão e aplica. Você recebe um 202 com o
identificador da operação e a acompanha até SUCCEEDED.
O 202 significa "aceito e em execução", não "no ar". A API só atende depois de
cada máquina do gateway confirmar a configuração e responder ao teste de fumaça
(um GET reservado que devolve a revisão carregada, sem tocar no seu backend).
Detalhes e estados em Publicação.
5. Crie o consumidor, a chave e a autorização
- Crie o consumidor — o nome é a identidade dele.
- Emita uma chave e copie o valor na hora: ele não aparece de novo.
- Autorize esse consumidor naquela API.
Autorizar é por API: um consumidor autorizado em pedidos não acessa faturamento,
ainda que seja da mesma organização. Ver Consumidores e
Chaves de API.
6. Teste
curl -i https://pedidos-7hq2ab.gw.nnumbers.com.br/pedidos \
-H 'x-api-key: nnag_EXEMPLO…'
Se tudo estiver certo: 200 (ou o que o seu backend devolver). Se vier 401, a
chave não chegou, está revogada ou foi enviada no cabeçalho que a API não usa. Se
vier 403, o consumidor não está autorizado naquela API.
7. Teste pela ferramenta do produto
Depois de publicar e autorizar o consumidor, a ferramenta de teste faz uma chamada à API pelo gateway, com as políticas reais, e devolve o status e o corpo que um cliente veria — inclusive para provar que a autenticação recusa quem não tem chave. Nada da chamada é guardado e há limite de 30 chamadas por minuto por organização.
Ela exige API publicada e ativa; API em rascunho ou desativada responde
409 api_not_published. Ver Chamando uma API publicada.
Ordem recomendada, com o porquê
- API → backend → rota → publicação → consumidor → chave → autorização. Criar a chave antes de publicar funciona, mas ela fica sem uso; publicar primeiro deixa o caminho de erro mais óbvio.
- Escolha a autenticação antes de publicar. Mudar de
PUBLICparaAPI_KEYé uma nova publicação; acertar na primeira vez evita uma janela de API aberta. - Configure limite de taxa desde o começo, se a API for pública. Sem limite, um cliente pode consumir toda a capacidade do seu backend.
O que ainda não está disponível
| Recurso | Estado |
|---|---|
| Backend em rede privada (VPN ou túnel) | fora do escopo desta versão |
| Autenticação JWT e chave de API juntas | não disponível nesta versão |
| Chamar a API por IP em vez de nome | não suportado |
Curinga de cliente no certificado (*.suaempresa.com.br) | não suportado: cada nome é cadastrado individualmente |
O endereço padrão só atende pela Internet onde o ambiente tem a subzona do produto delegada e um IP público de entrada; confirme o estado com o time de operação antes de divulgar o endereço.
Próximos passos
- Visão geral da API: o que a tela de detalhe mostra.
- Domínios e certificados: como usar um endereço seu.
- Políticas de tráfego e limites: taxa, CORS e limite de corpo.
- Erros e diagnóstico: tabela de código para causa e ação.
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