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Conceitos

Um punhado de palavras explica o produto inteiro.

Agent Space
└── Agente
├── Rascunho (você edita)
├── Versão (imutável, publicada)
│ └── Ativa em development · production
├── Acionadores manual · agendamento · endereço HTTP · outro agente
└── Execuções duráveis, auditáveis

Agent Space​

O espaço é onde os agentes vivem dentro da sua organização. Ele define:

  • quem pode construir, publicar e administrar ali;
  • o que os agentes daquele espaço alcançam — ferramentas, skills, conexões e endereços liberados;
  • os tetos de tempo, iterações e profundidade que uma definição pode declarar.

Ver Espaços e acesso.

Agente​

Uma definição versionada de comportamento: as etapas, os dados que entram e saem, os limites e a identidade sob a qual roda.

Fluxo, etapa e componente​

O fluxo são as etapas ligadas umas às outras — é isso que executa.

Uma etapa é uma instância de um componente: consultar banco, chamar API, enviar e-mail, decidir, esperar, gravar. O componente é o tipo, e vem do catálogo do produto.

Não se inventa componente: o que não está no catálogo não existe para o fluxo. Quando uma etapa recusa o campo que você quer configurar, ela é do componente errado — e isso não se conserta configurando.

Ver Tipos de etapa e Componentes de sistema.

Conexão​

Um servidor mais uma credencial, cadastrados uma vez, com nome próprio. As etapas apontam para a conexão pelo nome; o segredo fica no cofre e nunca volta a aparecer — nem na tela de edição, nem na definição publicada, nem na conversa.

Ver Conexões.

Rascunho​

O agente em edição. Ele é seu para mexer: salvar não afeta nada que esteja rodando.

Duas pessoas editando o mesmo rascunho não se sobrescrevem em silêncio — a segunda gravação é recusada com um aviso de conflito, em vez de apagar o trabalho da primeira.

Versão​

Publicar cria uma versão imutável. Ela nunca muda: nem por edição, nem por rotação de credencial, nem por engano.

Cada versão tem um número no padrão semântico (1.2.0), escolhido por você, único dentro do agente.

Isso é o que sustenta a promessa mais importante do produto: o que foi testado é o que roda.

Ambiente​

Uma versão fica ativa em um ambiente:

AmbientePara quêQuem pode
developmentTestar de verdade, com execuções reaisQuem constrói
productionRodar para valerQuem publica

No máximo uma versão ativa por ambiente. Uma nova ativação desativa a anterior — e o histórico permanece.

Ir de development para production chama-se promover, e promove exatamente a mesma versão — não uma reconstrução dela. Ver Promover e voltar versão.

Acionador​

A forma de disparar uma execução:

AcionadorQuando usar
ManualAlguém aciona pelo Studio ou por API
AgendamentoHorários fixos, com fuso horário
Endereço HTTPOutro sistema chama, com credencial própria
Outro agenteUm agente chama outro como parte do fluxo

Todo acionador aponta para uma versão ativa exata — nunca para "a mais recente". Publicar uma versão nova não muda sozinha o que um agendamento executa: o que acontece é a versão anterior deixar de estar ativa.

Ver Acionadores.

Execução​

Cada acionamento cria uma execução: um objeto próprio, com entrada congelada, linha do tempo etapa a etapa, saída e desfecho.

Três propriedades valem sempre:

  • Durável. Sobrevive a reinícios e retoma de onde parou.
  • Congelada. A definição é fotografada no instante do disparo. Editar o agente durante uma execução não a afeta.
  • Auditável. Quem pediu, como foi disparada e sob qual identidade rodou ficam registrados separadamente.

Ver Acompanhar execuções.

Identidade da execução​

Três coisas diferentes, nunca misturadas:

EixoO que é
Quem pediuA pessoa que acionou, ou a execução que chamou
Como foi disparadaManual, agendamento, endereço HTTP, outro agente
Sob qual identidade rodouSempre a conta de execução da organização — nunca a sua

O terceiro item é o que permite a um agendamento rodar às três da manhã sem depender de a sua sessão estar viva. Ver Conta de execução.

Próximos passos​